30 de agosto de 2010

me pergunto porque continuar, e vem você me dar um milhão de motivos.

Me de razão e não escolhas
Me de motivos e sentidos e não indagações
Me de amor sem medo de me odiar
Olhe para um rio e enxergue a água, os peixes ou o reflexo do céu
Mas por favor, não a correnteza, as folhas ou a margem
Olhe para o que passou e reflita
Olhe para frente e te entusiasme
Estou aqui para compartilhar os melhores e também os piores dias
Estou aqui para dar razão aos teus melhores sonhos
Estou aqui todo o dia te amando mais
Estou aqui porque não existe outro lugar no mundo em que eu queira estar
Estarei aqui até o último dia do teu amor
Ficarei aqui para sempre
Sempre, porque é esse o espaço de tempo que ouso dimensionar ao tamanho do amor que sinto de ti.

Marcelo Schwalbert. 30.08.10

24 de agosto de 2010

hoje.

Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim.

eu gosto dessa filosofia de vida! 

Obrigada Charles Bukowski

4 de agosto de 2010

Li a coluna da Martha Medeiros desse final de semana no caderno Donna da ZH e acabei concordando não só com ela como também me inseri em suas palavras.
Ela falou sobre como gostamos de nos martirizar por coisas que imaginamos acontecer, e que muitas vezes, não acontecem.
Como sempre estamos esperando algo ruim, que nos faça sofrer, porque não acreditamos ser digno da felicidade que vivemos.
Temos medo e ao mesmo tempo certeza que para o mau acontecer é só uma questão de tempo.

Pois bem, refleti.

Nunca gostei de perguntar as pessoas sobre seu passado. Ainda mais quando acredito que ele me fará mal.
Quando me refiro a essas pessoas, falo de relacionamentos.
Prefiro não saber o que se passou com essa ou aquela outra pessoa.
Prefiro ter a dúvida, que me dá 50% de chance de um não, (não aconteceu nada) do que a certeza, que na maior parte das vezes, me da 100% de um sim, (sim, aconteceu tudo que tu imagina).

Agora, não venha me perguntar por que disso tudo!
Acho que nem é tanto ciúme, é cuidado.
Tenho tanto medo de meus pensamentos e de minha cabeça que nunca para,
que, esses pensamentos ruins... de preferência, BEEEM LONGE, por favor!

Enfim, será que isso é sofrer por antecipação?
Ou é imaginar que se eu souber d algo, posso me decepcionar?
E se eu não souber, estou sendo enganada? Por mim mesma?
Quanta dúvida! E que preço eu pago por elas!
Só quero a tranquilidade e o respeito,
talvez isso seja pedir demais hoje em dia, nesse mundo de "amor líquido",
mas eu ainda prezo os bons costumes.

The end.