Li a coluna da Martha Medeiros desse final de semana no caderno Donna da ZH e acabei concordando não só com ela como também me inseri em suas palavras.
Ela falou sobre como gostamos de nos martirizar por coisas que imaginamos acontecer, e que muitas vezes, não acontecem.
Como sempre estamos esperando algo ruim, que nos faça sofrer, porque não acreditamos ser digno da felicidade que vivemos.
Temos medo e ao mesmo tempo certeza que para o mau acontecer é só uma questão de tempo.
Pois bem, refleti.
Nunca gostei de perguntar as pessoas sobre seu passado. Ainda mais quando acredito que ele me fará mal.
Quando me refiro a essas pessoas, falo de relacionamentos.
Prefiro não saber o que se passou com essa ou aquela outra pessoa.
Prefiro ter a dúvida, que me dá 50% de chance de um não, (não aconteceu nada) do que a certeza, que na maior parte das vezes, me da 100% de um sim, (sim, aconteceu tudo que tu imagina).
Agora, não venha me perguntar por que disso tudo!
Acho que nem é tanto ciúme, é cuidado.
Tenho tanto medo de meus pensamentos e de minha cabeça que nunca para,
que, esses pensamentos ruins... de preferência, BEEEM LONGE, por favor!
Enfim, será que isso é sofrer por antecipação?
Ou é imaginar que se eu souber d algo, posso me decepcionar?
E se eu não souber, estou sendo enganada? Por mim mesma?
Quanta dúvida! E que preço eu pago por elas!
Só quero a tranquilidade e o respeito,
talvez isso seja pedir demais hoje em dia, nesse mundo de "amor líquido",
mas eu ainda prezo os bons costumes.
The end.