11 de abril de 2011

por um mundo melhor...


as vezes, quando se pensa no dinheiro, se esquece que o mais importante de qualquer investimento é a qualidade que vida que ele deve gerar. e eu duvido muito que exista uma qualidade de vida melhor que essa desse vídeo. a inocência é a melhor das qualidades. é a vida pura!

23 de dezembro de 2010

talvez escrever me ajude...

a tirar de mim, pelo menos um pouco, essa tristeza que nem sei porque sinto. talvez escrever me ajude, pelo menos por alguns minutos, a acreditar que eu estou perdendo tempo com isso tudo e ficando desse jeito.

não quero desejar feliz natal a ninguém,
nem sei se acredito nele.
mas acredito, nas pessoas.
e por acreditar espero.
espero que mudem, que cresçam, que vivam.
que amem, que chorem.
que demonstrem... e demonstrem.
é pelas pessoas que esse natal existe.
e por eles que todos os outros existiram.
é pelo amor que unem as pessoas e que as tornam um pouco menos individualistas nessa época.

a gente vê, lê, escuta cada coisa.
que as vezes desacreditada fica.
da fé que move,
da dor que une.

eu tive um ano tão bom,
cheio de coisas boas.
um ano que foi o separador de águas da minha vida.
e não sei porque. não entendo como. agora fico assim.
com vontade de chorar ao gritos.
pode ser apenas a TPM do fim do mês.
mas não é...

é uma vontade de tudo dar certo de novo,
e um medo de não saber como agir se der.
e pior, se não der.

tem tanto amor em mim.
tanta vontade de ser para sempre.
eu só quero respeito.
confiança.
amor.
e tempo...
suficientes para ter tranquilidade.

eu só quero o meu eu em paz.
acho que isso nem custa tanto assim...

[ preciso que esse dia termine logo ]

20 de dezembro de 2010

bem verdade...


" Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte."

Gabriel Garcia Marquez

14 de dezembro de 2010

sinto falta de uma coisa...

...yucumanizar.
esse projeto, social e ambiental, que fez parte de meus últimos dois anos me rendeu uma bagagem enorme. um valor humano. um aprendizado.
me mostrou que mesmo na maior dificuldade há um pequeno motivo que muda a realidade e acaba te fazendo sorrir. não por ser extremamente feliz, mas por não ser um milésimo sequer triste.
como essa família, da imagem, com os pais na lavoura, eles se divertiam sozinhos em casa.
se cuidavam. se respeitavam. inocência e sinceridade.
obrigada ao projeto Ribeirinhos do Rio Uruguai.

saiba mais no blog do projeto

9 de dezembro de 2010

agora formada.

pois bem, meus dias de acadêmica ficaram para trás,
com eles as desculpas de qualquer tipo de erro ou irresponsabilidade pensada.
com eles a despreocupação em sumir por alguns dias.
meus dias de meia entrada se foram,
isso que dizer que,
ou eu volto a estudar ou começo a ganhar mais.
até sinto aquele vazio,
mas a falta daqueles dias e daquelas pessoas até me faz bem,
salvo algumas excessões.

querendo ou não tu começa a ver as coisas por outro ângulo.
e tua cabeça, com o perdão da "pieguisse", muda sim.

então, parabéns a nós, ex-futuros jornalistas!
agora, tratados como tal (espero)
tá na hora de levar alguma vantagem,
sem vantagens,
se é que me entendem.




30 de novembro de 2010

aos escritores.


"
É bom quando nossa consciência sofre grandes ferimentos, pois isso a torna mais sensível a cada estímulo. Penso que devemos ler apenas livros que nos ferem, que nos afligem. Se o livro que estamos lendo não nos desperta como um soco no crânio, por que perder tempo lendo-o? Para que ele nos torne felizes, como você diz? Oh Deus, nós seríamos felizes do mesmo modo se esses livros não existissem. Livros que nos fazem felizes poderíamos escrever nós mesmos num piscar de olhos. Precisamos de livros que nos atinjam como a mais dolorosa desventura, que nos assolem profundamente – como a morte de alguém que amávamos mais do que a nós mesmos –, que nos façam sentir que fomos banidos para o ermo, para longe de qualquer presença humana – como um suicídio. Um livro deve ser um machado para o mar congelado que há dentro de nós.
"
Franz Kafka

26 de novembro de 2010

.

Quantas palavras são só palavras pra você?
Quantos gestos são só gestos pra você?
O que te deixa feliz em uma manha qualquer?
O que te faz ter uma boa noite de sono?
O que te faz sentir única?
O que te faz sorrir sozinha e se sentir completa, respirar fundo e ter em ti a ideia de que o mundo é você?
Como ser presente mesmo distante?
Como ser eterno mesmo mortal?
Como ser infinito?
Com ser?

SER.