Eu acho fascinante que a maioria das pessoas planeje suas férias com mais cuidado do que planeje suas vidas. Talvez porque fugir seja mais fácil que mudar."
(Jim Rohn)
5 de novembro de 2008
Frase do minuto...
Palavras - tão inocentes e impotentes elas são enquanto imóveis em um dicionário, quão poderosas para o bem e o mal elas se tornam nas mãos de quem sabe como combiná-las.
(Nathaniel Hawthorne)
(Nathaniel Hawthorne)
Frase do dia.
Grande parte dos maiores males que o homem tem infligido sobre o homem, surgiu de pessoas que se sentiam absolutamente certas sobre algo que, na realidade, era falso.
(Bertrand Russell )
(Bertrand Russell )
Pensando bem em tudo o que a gente vê e vivenciae ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente.Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada.Porque a pessoa certa faz tudo certinho!Chega na hora certa, fala as coisas certas,faz as coisas certas, mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.Aí é a hora de procurar a pessoa errada.A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor...A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurarque é pra na hora que vocês se encontrarema entrega ser muito mais verdadeira.A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.Essa pessoa vai tirar seu sono.Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão.Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você.Vai estar o tempo todo pensando em você.A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo, porque a vida não é certa.Nada aqui é certo!O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo,querendo,conseguindo...E só assim, é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"Quando na verdade, tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente...Luis Fernando Veríssimo
por que as pessoas entram na sua vida?
Martha Medeiros
23 de outubro de 2008
Vale mais o coração...

Eu vejo que aprendi
O quanto te ensinei
E nos teus braços que ele vai saber
Não há por que voltar
Não penso em te seguir
Não quero mais a tua insensatez
O que fazes sem pensar aprendeste do olhar
E das palavras que guardei pra ti
Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta um compromisso,
Vale mais o coração
Já que não me entendes, não me julgue
Não me tente
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim
Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava a teu lado então
Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua Deusa, meu amor
O que fazes por sonhar
É o mundo que virá, pra ti.. para mim...
Vamos descobrir o mundo juntos, baby
Quero aprender com o teu pequeno grande coração
Meu amor, meu amor...
21 de outubro de 2008
O Jornalismo retratado nas Telas

Corajoso, sem limites, sozinho, criativo. Um ser que trabalha contra o tempo e que muitas vezes nem tempo certo tem para trabalhar. Um guardião de segredos e fontes. Infiltrado, destemido, pessimista, descrente da humanidade, companheiro da noite, bêbado, fumante e íntimo daqueles que possuem o poder. Essa é a imagem que a sociedade faz do jornalista. O jornalista enfrenta constantemente, durante toda a sua profissão, a turbulência de um fechamento de edição. Uma “vida a mil por hora”, cheia de acontecimentos e novidades. Isso tudo somado a profissão, que por si só, já é pauta para diversas discussões e apontamentos, tanto na vida real como nas teles do cinema se torna o ingrediente perfeito para uma narrativa cinematográfica.
Assim como na profissão de jornalista, que diariamente precisa de boas historias para contar a vida real aos seus expectadores, os diretores e produtores de cinema necessitam de boas narrativas para obterem sucesso em suas obras. Um jornalista, sempre alvo de críticas e sugestões, sempre em contato com o publico e o povo, que se representa nele, não poderia deixar de ser um excelente personagem para uma trama cinematográfica.
O cinema é uma forma superior de arte tecnológica que concede a nós o poder de conhecer culturas, povos e linguagens. Ele constitui uma poderosa mídia, que pode ser chamada de uma outra forma de vida, que se espelha em nós, ao mesmo tempo em que nós nos espelhamos nela. Mas é importante refletir-mos sobre como a mídia está sento refletida no cinema, e de como a nossa profissão, jornalista, está sendo repassada.
Esteriótipos criados pelo cinema, mostram que cada vez mais o jornalista tem um papel importante na formação da sociedade e da opinião publica. Um exemplo disso é o filme “O Quarto Poder”, que expressa em sua narrativa o poder que o jornalista exercia sobre o homem que mantinha no museu algumas crianças como reféns. O jornalista dava conselhos para o mesmo, falando como ele deveria se portar e o que deveria dizer quando questionado por ele mesmo, em canal aberto. Percebeu-se, que naquele momento, o jornalista usou do seu poder de argumentação, e fazendo com o que o homem ali colocado como seqüestrador, trabalhasse em prol da sua matéria, fazendo dessa forma, um bem para a carreira do jornalista.
Nesse filme, a mídia é retratada pelo lado negro da profissão, pois querendo ou não o jornalista foi contra a ética da profissão, usando a história a favor de sua carreira. Mas não é em todos os filmes que essa face do jornalista é posta a prova.
No filme “Todos os Homens do Presidente”, é um exemplo de ilustração da idéia do jornalista como cidadão atuante e transformador da realidade. Pois, se colocaram não apenas a serviço do Jornal a que trabalhavam Washington Post, mas a toda sociedade e a favor da democracia norte-americana. Eles foram aclamados como heróis e o filme salientou o empenho e a dedicação dos jornalistas em obter as informações e levar a apuração até o fim.
“Constituindo uma forte declaração sobre o papel da imprensa numa sociedade democrática, fez despertar em todo o mundo inúmeras vocações jornalísticas e abriu caminho à voga da investigação nas redações, convencendo milhares de jornalistas de que podiam encontrar um caso Watergate em cada esquina”. (Joaquim Vieira, 2006)
Esse filme tornou-se referência entre os filmes sobre a imprensa não por algum mérito do seu diretor, mas sim pelo tema e pelo fato retratar uma história verídica, já que levou à renúncia o presidente dos Estados Unidos. Pois a obra retrata cada passo da cobertura do caso Watergate, pelos dois repórteres do jornal norte-americano. O filme enfatiza a rotina da redação, mostra as reuniões de pauta, as discussões entre os repórteres e os editores, e o relacionamento entre jornalista e fontes. Resumindo, tenta descrever o processo de produção e redação da notícia tal e qual ela funciona, deixando o tele-espectador a par do que acontece.
Sendo, o jornalismo uma das profissões mais apaixonantes, os esteriótipos de super-heróis, dados a esses personagens têm cada vez mais ênfase e subsídios para acontecerem, já que o herói é aquele que tem a capacidade de influenciar o rumo dos acontecimentos da história. E é exatamente esse envolvimento exagerado e a dedicação sem limites que tornou os repórteres do caso Watergate heróis.
O jornalista com seu dia-a-dia agitado, seu envolvimento com os mais diversos fatos e a sua possibilidade de interferência na realidade continuam fascinando o cinema e os que o consomem. O cinema continua precisando de heróis para suas histórias, e o publico precisa continuar acreditando que eles existam, e o jornalista ocupou com intensidade este papel. O jornalista já tem em suas mãos o poder de algumas situações, pois a comunidade já credita nele o que não vê os poderes públicos fazerem.
O jornalismo como quarto poder de influencia, pode não mudar por si só os problemas que existem no mundo, mas faz tornar publico o que está errado, e quando isso acontece às coisas se concertam com uma velocidade muito maior. A construção do herói está além de tudo isso, ligada à relação do jornalista com a profissão, pois para favorecer a sociedade e as pessoas que acreditam nele e no seu poder de influência, os jornalistas esquecem de si mesmos, de suas necessidades pessoais e dos seus problemas particulares sempre em função de uma causa maior.
É claro que o cinema cria esteriótipos para essa profissão, mas isso acontece em todas as outras também, o cinema necessita de narrativas, e não importa se elas são verídicas ou fictícias, o que realmente importa para eles é que seu produto seja vendável. Que gere lucros. Mas é preciso enfatizar que o jornalismo está em alta, e que essa profissão é alvo de muita procura e pouca oferta, sendo assim, só os bons tem vez, e sendo bons, já um motivo e tanto para uma boa trama. Pois um bom profissional é sempre um caso além do normal.
Assim como na profissão de jornalista, que diariamente precisa de boas historias para contar a vida real aos seus expectadores, os diretores e produtores de cinema necessitam de boas narrativas para obterem sucesso em suas obras. Um jornalista, sempre alvo de críticas e sugestões, sempre em contato com o publico e o povo, que se representa nele, não poderia deixar de ser um excelente personagem para uma trama cinematográfica.
O cinema é uma forma superior de arte tecnológica que concede a nós o poder de conhecer culturas, povos e linguagens. Ele constitui uma poderosa mídia, que pode ser chamada de uma outra forma de vida, que se espelha em nós, ao mesmo tempo em que nós nos espelhamos nela. Mas é importante refletir-mos sobre como a mídia está sento refletida no cinema, e de como a nossa profissão, jornalista, está sendo repassada.
Esteriótipos criados pelo cinema, mostram que cada vez mais o jornalista tem um papel importante na formação da sociedade e da opinião publica. Um exemplo disso é o filme “O Quarto Poder”, que expressa em sua narrativa o poder que o jornalista exercia sobre o homem que mantinha no museu algumas crianças como reféns. O jornalista dava conselhos para o mesmo, falando como ele deveria se portar e o que deveria dizer quando questionado por ele mesmo, em canal aberto. Percebeu-se, que naquele momento, o jornalista usou do seu poder de argumentação, e fazendo com o que o homem ali colocado como seqüestrador, trabalhasse em prol da sua matéria, fazendo dessa forma, um bem para a carreira do jornalista.
Nesse filme, a mídia é retratada pelo lado negro da profissão, pois querendo ou não o jornalista foi contra a ética da profissão, usando a história a favor de sua carreira. Mas não é em todos os filmes que essa face do jornalista é posta a prova.
No filme “Todos os Homens do Presidente”, é um exemplo de ilustração da idéia do jornalista como cidadão atuante e transformador da realidade. Pois, se colocaram não apenas a serviço do Jornal a que trabalhavam Washington Post, mas a toda sociedade e a favor da democracia norte-americana. Eles foram aclamados como heróis e o filme salientou o empenho e a dedicação dos jornalistas em obter as informações e levar a apuração até o fim.
“Constituindo uma forte declaração sobre o papel da imprensa numa sociedade democrática, fez despertar em todo o mundo inúmeras vocações jornalísticas e abriu caminho à voga da investigação nas redações, convencendo milhares de jornalistas de que podiam encontrar um caso Watergate em cada esquina”. (Joaquim Vieira, 2006)
Esse filme tornou-se referência entre os filmes sobre a imprensa não por algum mérito do seu diretor, mas sim pelo tema e pelo fato retratar uma história verídica, já que levou à renúncia o presidente dos Estados Unidos. Pois a obra retrata cada passo da cobertura do caso Watergate, pelos dois repórteres do jornal norte-americano. O filme enfatiza a rotina da redação, mostra as reuniões de pauta, as discussões entre os repórteres e os editores, e o relacionamento entre jornalista e fontes. Resumindo, tenta descrever o processo de produção e redação da notícia tal e qual ela funciona, deixando o tele-espectador a par do que acontece.
Sendo, o jornalismo uma das profissões mais apaixonantes, os esteriótipos de super-heróis, dados a esses personagens têm cada vez mais ênfase e subsídios para acontecerem, já que o herói é aquele que tem a capacidade de influenciar o rumo dos acontecimentos da história. E é exatamente esse envolvimento exagerado e a dedicação sem limites que tornou os repórteres do caso Watergate heróis.
O jornalista com seu dia-a-dia agitado, seu envolvimento com os mais diversos fatos e a sua possibilidade de interferência na realidade continuam fascinando o cinema e os que o consomem. O cinema continua precisando de heróis para suas histórias, e o publico precisa continuar acreditando que eles existam, e o jornalista ocupou com intensidade este papel. O jornalista já tem em suas mãos o poder de algumas situações, pois a comunidade já credita nele o que não vê os poderes públicos fazerem.
O jornalismo como quarto poder de influencia, pode não mudar por si só os problemas que existem no mundo, mas faz tornar publico o que está errado, e quando isso acontece às coisas se concertam com uma velocidade muito maior. A construção do herói está além de tudo isso, ligada à relação do jornalista com a profissão, pois para favorecer a sociedade e as pessoas que acreditam nele e no seu poder de influência, os jornalistas esquecem de si mesmos, de suas necessidades pessoais e dos seus problemas particulares sempre em função de uma causa maior.
É claro que o cinema cria esteriótipos para essa profissão, mas isso acontece em todas as outras também, o cinema necessita de narrativas, e não importa se elas são verídicas ou fictícias, o que realmente importa para eles é que seu produto seja vendável. Que gere lucros. Mas é preciso enfatizar que o jornalismo está em alta, e que essa profissão é alvo de muita procura e pouca oferta, sendo assim, só os bons tem vez, e sendo bons, já um motivo e tanto para uma boa trama. Pois um bom profissional é sempre um caso além do normal.
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