5 de maio de 2010

era uma vez 3 clarissas.

elas eram 3 coisas iguais.
não tinham como se separar.
viviam todas no mesmo lugar.
compartilhando dos mesmos:
sentimentos,
desejos,
vontades.
o amor era o mesmo também.
só foram separadas por
tanta personalidade
não caber numa só.

=]

30 de abril de 2010

verdades.

Eu acredito nas verdades, pois só quem é de verdade sabe o que é verdadeiro.
Se alguém tem duvidas, eu não as encaro como tal
Encaro como provações.
Encaro como precisar provar para si mesmo o erro de seus pensamentos.
Para ter a certeza que quando pensas que está enganado, na verdade, não esta.
Isso te faz ter mais fé em sentir o que sentes.

- verdades de uma conversa.

28 de abril de 2010

da cólera ao silêncio

"(...) Se não gostar de ler, como vai gostar de escrever? Ou escreva então para destruir o texto, mas alimente-se. Fartamente. Depois vomite. Pra mim, e isso pode ser muito pessoal, escrever é enfiar um dedo na garganta. Depois, claro, você peneira essa gosma, amolda-a, transforma. Pode sair até uma flor. Mas o momento decisivo é o dedo na garganta (...)" "Escrever - e você sabe disso - pode eliminar essa sensação de gratuidade no existir, de coisas o tempo todo fugindo e se transformando em passado. Eu acho então que se escrever te dá um sentido para estar viva (ou a ilusão de um sentido, que importa?), então vai e escreve e diz tudo e rasga o coração, as vísceras, expõe tudo, grita, esperneia - no papel." "Isso é escrever. Tira sangue com as unhas. E não importa a forma, não importa a "função social", nem nada, não importa que, a princípio, seja apenas uma espécie de auto-exorcismo. Mas tem que sangrar a-bun-dan-te-men-te. Você não está com medo dessa entrega? Porque dói, dói, dói. É de uma solidão assustadora."

[Caio Fernando Abreu - O Cara]

24 de abril de 2010

divagando...

Não é mais uma questão de fazer ou não parte da vida.
Chega uma hora que se torna difícil dividir e separar o que é um e o que é outro.
Já não se definem mais as linhas tênues entre esses dois extremos, simplesmente por que não são mais extremos. Pois jamais foram coisas diferentes. Já vivíamos em nossas igualdades sem sabermos.
O tempo foi o único responsável em uni-las e mostrar-nos que juntos as igualdades se acrescentavam, muito mais que as diferenças.
Saber onde termina um e onde começa o outro já se tornou impossível. Está tudo misturado e bagunçado. E o quão bom é se sentir responsável por essa confusão toda e mesmo assim não carregar nenhuma culpa.
As nossas culpas a gente não carrega, fazemos questão mesmo é de arrasta-las por aí, como grandes troféus.
A grande culpa de ser feliz e de saber que és mais feliz desde que cheguei.
Te amo como amo a mim mesma. E esse próprio amor, que era próprio, já não é mais meu. Agora é teu.
E esses carinhos que faço em ti já não são só para te agradar. São para mim.
Porque a minha felicidade está em te fazer sorrir.
E eu, você e a nossa felicidade somos o melhor trio que já existiu aqui.

12 de abril de 2010

menos 24hrs.

Talvez eu só queira voar
Eu quero viver não morrer
Talvez eu queira só respirar
Talvez eu simplesmente só acredite em você
Talvez você esteja na mesma que eu
Nós vemos coisas que eles nunca verão
Você e eu vamos viver para sempre
Minha canção é amor
Amor para aqueles que nunca viram
E assim se segue
Você não está só
Enquanto eu respirar

[porque hoje só falta mais um dia]

10 de abril de 2010

medida de amar.

acho que não te amo mais.
pois amo tanto,
que acredito que chega num ponto,
em que tudo se reinicia.

to vivendo ele agora.
minha barra de carregar está se preenchendo mais uma vez.

7 de abril de 2010

jornalismo também é sentimento...

Ter com a palavra escrita o dom de poucos. Não são crônicas, nem artigos e muito menos contos... Tudo que escrevo são sentimentos que desenho com este lápis quebrado em teclas. Tentando juntar cada pedaço e montar o mais perfeito desenho. Com cores, profundidade, sombra e luz. Caricaturando ou simplesmente esboçando. Saber dar nas entrelinhas a dimensão do que se quer transmitir. E sendo jornalista, gostar de histórias. E que história esta minha?! Escrever, escrever, escrever... Para que leias. Capitulo após capitulo sem um ponto final.

[ especial. por ter recebido e por expressar meu sentimento nesse dia 07 de abril. o nosso dia. dia do jornalista ]