O que seria viver intensamente?
Será que seria provar todas as coisas do mundo?
Ou apenas aproveitar com intensidade as pequenas coisas.
As simples singelas e normais.
As que acontecem no nosso dia-a-dia, e que passam despercebidas por nossos olhos?
Saber dar valor as coisas simples da vida não é viver intensamente?
Intensamente não seria a definição para algo forte e real?
A intensidade é muito mais importante do que a quantidade de coisas que já vivemos. Não é mesmo?
Que graça há em dizer que já se provou milhares de mulheres no mundo, mas não poder dizer: mas uma eu conheci, e intensamente.
Conhecer intensamente algo é poder encher a boca pra falar daquilo, ter razão do que se fala, e não apenas elogiar ou criticar.
Quanto mais coisas se têm pra provar, fazer, acontecer,
mais superficiais ficam os conhecimentos específicos.
É muito bom saber de tudo, mas é bem melhor saber de tudo e ser um gênio em algo.
Por isso, a intensidade e a quantidade, caminham juntas às vezes.
São caminhos paralelos na verdade,
Mas se cruzam em diversas oportunidades.
Ter experiências diversas é muito bom com certeza.
E cruza-las com as que já possuímos só nós faz crescer e ver o mundo com olhos diferentes.
Os conhecimentos se moldam se acrescentam se refletem.
E é isso que torna o ser humano especial.
A capacidade que ele possui de mudar e moldar o universo em que vive.
De dividir experiências e histórias.
De acrescentar idéias e conhecimento nas pessoas com quem gosta de estar junto.
A graça da vida intensa
Está em descobrir a intensidade que se necessita para ser feliz,
E principalmente
Em repassá-la para aquelas que demoram a conhecer o verdadeiro sentido de tudo.
Enfim... A vida é agora, e não há um tempo certo para começar a viver intensamente e aproveitar as pequenas coisas e ser feliz com elas.
As pequenas coisinhas são as que marcam o caminho para se chegar as grandes.
Um comentário:
Digamos que seria apenas viver... viver tudo como se fosse última grande vez!
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