28 de novembro de 2009
Track e Field!
era puro sono,
mas eu recomendo,
que em cada canto dessa américa latina,
se provem todas as cervejas das prateleiras,
mas dê preferência às do freezer!
PS:. A única coisa melhor que a Argentina tem frente ao Uruguai é a cerveja sempre gelada!
25 de novembro de 2009
se foram...
(...) Foram os “bons” mesmos, isto é, os nobres, poderosos superiores em posição e, pensamento que sentiram e estabeleceram a si e a seus atos como bons (...)
Nietzsche
Nietzsche
24 de novembro de 2009
a pessoa do fernando pessoa.
"Todos os dias que passam,
sem passarem por aqui,
São dias que me desgraçam,
por me Privarem de Ti!"
-fernandopessoa
sem passarem por aqui,
São dias que me desgraçam,
por me Privarem de Ti!"
-fernandopessoa
10 de novembro de 2009
As Faces da Morte
A morte é um sentimento perturbador. Causa-nos medo e insegurança, nunca saberemos quando ela chegará e nem de que forma. O medo de enfrentar esse momento acompanha o ser humano desde sempre. Afinal, a única certeza da vida é o fim. Mas o fim existe? O que vem depois dele? No que devemos acreditar?
O bem-estar com relação à morte depende da força com que se acredita em seu significado. É nessas indagações que a religião surge, muitas vezes como um consolo, um credo. Mas acima de tudo como fé.
Em todas as religiões a morte não representa o fim. De maneira geral, cristãos acreditam que após a morte há a ressurreição. Os espíritas crêem na reencarnação. Evangélicos crêem no julgamento e na eternidade. O cético, apenas acredita que após a vida, nada existe.
Mas como lidar com a morte quando ela acontece com alguém que amamos? Será que a religião consegue explicar todas as duvidas que surgem aos aflitos?
Eunice Charão tem 57 anos, é evangélica da Igreja Assembléia de Deus desde seu nascimento. Seu pai, um evangelista, sentia prazer em falar em Deus e em instruir as pessoas a acreditar na Bíblia.
Há mais de um ano, Eunice perdeu sua filha Cristina, uma jovem de 34 anos, vitima de um acidente vascular cerebral. Eunice lembra: “Foi uma dor muito grande. Recebemos, com surpresa, a notícia. Tivemos contato com ela, já debilitada. Depois, entrou em coma e faleceu”.
Mesmo tendo sofrido muito com a perda, Eunice não perdeu a esperança e nem a fé. “Nessa hora de sofrimento foi o momento oportuno de colocar em prática o que eu acreditava. Pedíamos a Deus que fizesse o melhor para ela.”
Hoje Eunice sente-se consolada. Sua religião conseguiu lhe explicar o significado da morte. “Foi difícil para nós, mas recebemos um conforto sobrenatural, uma paz interior, algo que nos fez descansar na esperança de que, um dia, vamos reencontrá-la no céu.”
A Igreja Luterana segue o mesmo pensamento. Condenam toda cerimônia dirigida ao falecido, o velório é para o bem estar mental, emocional e espiritual dos familiares ou enlutados. O consolo à família é uma necessidade. Maria Inês Schneider é luterana, e explica que segundo a sua fé: “Todas as pessoas precisam buscar sua graça em vida. A salvação está em fazer as boas ações em terra para conquistar o céu”.
A igreja católica defende que a alma dos mortos são julgadas por Deus e poderão ir para o Céu, Purgatório, ou inferno. Para o Padre Leonir Fainello, o sentido da morte cristã é positivo graças a cristo. “A novidade essencial da morte cristão está no batismo, pois através dele o cristão já está sacramentalmente morto em cristo, para viver uma vida nova. E se morrermos na graça de Cristo, a morte física consuma esse morrer com cristo, completando assim a nossa incorporação”.
Perder um parente é doloroso. Perder dois de uma só vez muito mais. Quando se trata de um filho, não há palavras que consigam traduzir a dor de uma mãe. Loiva Gauer, 43 anos, se despediu de uma só vez de seu marido e seu filho, vítimas de um acidente de trânsito no ano de 2008. Ela desabafa: “Para mim foi quase o fim de tudo, foi tirado de mim parte do meu ser, foram apagados sonhos, esperanças. É saber que nunca mais aquelas vidas vão voltar. O pior é não saber o porquê, que tudo isto foi acontecer”.
Loiva sempre foi católica, mas a necessidade de entender o que aconteceu a fez procurar o espiritismo. “Depois do acidente começaram a me perguntar por que. Foi então que comecei a ler vários livros sobre a religião espírita. E comecei a ver a morte de outra forma, a ver que o espírita acredita a reencarnação, no reencontro. Eu precisava entender a morte.”
O espiritismo defende a continuação da vida após a morte num novo plano espiritual ou pela reencarnação em outro corpo. Aqueles que praticam o bem evoluem mais rapidamente, sendo que, a evolução é tingir uma qualidade perfeita ao espírito, assim como Deus. O médium, Walter Pereira da Silva, diz “acreditamos em três coisas, a destruição do corpo físico, um fenômeno comum a todos os seres biológicos. Que a morte é um instante em meio a um caminho infinito e que ela é uma transição e não um ponto final”.
As religiões têm um papel fundamental em nos fazer entender e aceitar a morte, até mesmo de consolo. Não importa qual religião você segue, nem que crenças você tem consigo, o importante é ter claro pra si mesmo o que a morte significa. Se é um começo, um fim ou apenas uma transição.
[texto- clarissa hermes
foto-leandro kempka]
O bem-estar com relação à morte depende da força com que se acredita em seu significado. É nessas indagações que a religião surge, muitas vezes como um consolo, um credo. Mas acima de tudo como fé.
Em todas as religiões a morte não representa o fim. De maneira geral, cristãos acreditam que após a morte há a ressurreição. Os espíritas crêem na reencarnação. Evangélicos crêem no julgamento e na eternidade. O cético, apenas acredita que após a vida, nada existe.
Mas como lidar com a morte quando ela acontece com alguém que amamos? Será que a religião consegue explicar todas as duvidas que surgem aos aflitos?
Eunice Charão tem 57 anos, é evangélica da Igreja Assembléia de Deus desde seu nascimento. Seu pai, um evangelista, sentia prazer em falar em Deus e em instruir as pessoas a acreditar na Bíblia.
Há mais de um ano, Eunice perdeu sua filha Cristina, uma jovem de 34 anos, vitima de um acidente vascular cerebral. Eunice lembra: “Foi uma dor muito grande. Recebemos, com surpresa, a notícia. Tivemos contato com ela, já debilitada. Depois, entrou em coma e faleceu”.
Mesmo tendo sofrido muito com a perda, Eunice não perdeu a esperança e nem a fé. “Nessa hora de sofrimento foi o momento oportuno de colocar em prática o que eu acreditava. Pedíamos a Deus que fizesse o melhor para ela.”
Hoje Eunice sente-se consolada. Sua religião conseguiu lhe explicar o significado da morte. “Foi difícil para nós, mas recebemos um conforto sobrenatural, uma paz interior, algo que nos fez descansar na esperança de que, um dia, vamos reencontrá-la no céu.”
A Igreja Luterana segue o mesmo pensamento. Condenam toda cerimônia dirigida ao falecido, o velório é para o bem estar mental, emocional e espiritual dos familiares ou enlutados. O consolo à família é uma necessidade. Maria Inês Schneider é luterana, e explica que segundo a sua fé: “Todas as pessoas precisam buscar sua graça em vida. A salvação está em fazer as boas ações em terra para conquistar o céu”.
A igreja católica defende que a alma dos mortos são julgadas por Deus e poderão ir para o Céu, Purgatório, ou inferno. Para o Padre Leonir Fainello, o sentido da morte cristã é positivo graças a cristo. “A novidade essencial da morte cristão está no batismo, pois através dele o cristão já está sacramentalmente morto em cristo, para viver uma vida nova. E se morrermos na graça de Cristo, a morte física consuma esse morrer com cristo, completando assim a nossa incorporação”.
Perder um parente é doloroso. Perder dois de uma só vez muito mais. Quando se trata de um filho, não há palavras que consigam traduzir a dor de uma mãe. Loiva Gauer, 43 anos, se despediu de uma só vez de seu marido e seu filho, vítimas de um acidente de trânsito no ano de 2008. Ela desabafa: “Para mim foi quase o fim de tudo, foi tirado de mim parte do meu ser, foram apagados sonhos, esperanças. É saber que nunca mais aquelas vidas vão voltar. O pior é não saber o porquê, que tudo isto foi acontecer”.
Loiva sempre foi católica, mas a necessidade de entender o que aconteceu a fez procurar o espiritismo. “Depois do acidente começaram a me perguntar por que. Foi então que comecei a ler vários livros sobre a religião espírita. E comecei a ver a morte de outra forma, a ver que o espírita acredita a reencarnação, no reencontro. Eu precisava entender a morte.”
O espiritismo defende a continuação da vida após a morte num novo plano espiritual ou pela reencarnação em outro corpo. Aqueles que praticam o bem evoluem mais rapidamente, sendo que, a evolução é tingir uma qualidade perfeita ao espírito, assim como Deus. O médium, Walter Pereira da Silva, diz “acreditamos em três coisas, a destruição do corpo físico, um fenômeno comum a todos os seres biológicos. Que a morte é um instante em meio a um caminho infinito e que ela é uma transição e não um ponto final”.
As religiões têm um papel fundamental em nos fazer entender e aceitar a morte, até mesmo de consolo. Não importa qual religião você segue, nem que crenças você tem consigo, o importante é ter claro pra si mesmo o que a morte significa. Se é um começo, um fim ou apenas uma transição.
[texto- clarissa hermes
foto-leandro kempka]
19 de outubro de 2009
Hola que tal!
eu estou realmente apaixonada por Montevidéu.
a cidade é linda,
o povo é educado (e lindo também)
as coisas são baratas,
e tu sai de lá com a vontade de retornar diversas vezes.
algo mágico acontece na capital uruguaya,
tudo lá parece ter magia.
desde os panchos à patricia,
das hamburguesas às pilsens.
sem contar no mar que não é mar,
mas que tem água salgada.
na humidade que não encomoda,
do barulho que não te irrita.
Montevideo é demais,
e pra chegar lá...
SIGA RETO TODA A VIDA!
a cidade é linda,
o povo é educado (e lindo também)
as coisas são baratas,
e tu sai de lá com a vontade de retornar diversas vezes.
algo mágico acontece na capital uruguaya,
tudo lá parece ter magia.
desde os panchos à patricia,
das hamburguesas às pilsens.
sem contar no mar que não é mar,
mas que tem água salgada.
na humidade que não encomoda,
do barulho que não te irrita.
Montevideo é demais,
e pra chegar lá...
SIGA RETO TODA A VIDA!
24 de setembro de 2009
----- La Vitta è Adesso -----
O que seria viver intensamente?
Será que seria provar todas as coisas do mundo?
Ou apenas aproveitar com intensidade as pequenas coisas.
As simples singelas e normais.
As que acontecem no nosso dia-a-dia, e que passam despercebidas por nossos olhos?
Saber dar valor as coisas simples da vida não é viver intensamente?
Intensamente não seria a definição para algo forte e real?
A intensidade é muito mais importante do que a quantidade de coisas que já vivemos. Não é mesmo?
Que graça há em dizer que já se provou milhares de mulheres no mundo, mas não poder dizer: mas uma eu conheci, e intensamente.
Conhecer intensamente algo é poder encher a boca pra falar daquilo, ter razão do que se fala, e não apenas elogiar ou criticar.
Quanto mais coisas se têm pra provar, fazer, acontecer,
mais superficiais ficam os conhecimentos específicos.
É muito bom saber de tudo, mas é bem melhor saber de tudo e ser um gênio em algo.
Por isso, a intensidade e a quantidade, caminham juntas às vezes.
São caminhos paralelos na verdade,
Mas se cruzam em diversas oportunidades.
Ter experiências diversas é muito bom com certeza.
E cruza-las com as que já possuímos só nós faz crescer e ver o mundo com olhos diferentes.
Os conhecimentos se moldam se acrescentam se refletem.
E é isso que torna o ser humano especial.
A capacidade que ele possui de mudar e moldar o universo em que vive.
De dividir experiências e histórias.
De acrescentar idéias e conhecimento nas pessoas com quem gosta de estar junto.
A graça da vida intensa
Está em descobrir a intensidade que se necessita para ser feliz,
E principalmente
Em repassá-la para aquelas que demoram a conhecer o verdadeiro sentido de tudo.
Enfim... A vida é agora, e não há um tempo certo para começar a viver intensamente e aproveitar as pequenas coisas e ser feliz com elas.
As pequenas coisinhas são as que marcam o caminho para se chegar as grandes.
Será que seria provar todas as coisas do mundo?
Ou apenas aproveitar com intensidade as pequenas coisas.
As simples singelas e normais.
As que acontecem no nosso dia-a-dia, e que passam despercebidas por nossos olhos?
Saber dar valor as coisas simples da vida não é viver intensamente?
Intensamente não seria a definição para algo forte e real?
A intensidade é muito mais importante do que a quantidade de coisas que já vivemos. Não é mesmo?
Que graça há em dizer que já se provou milhares de mulheres no mundo, mas não poder dizer: mas uma eu conheci, e intensamente.
Conhecer intensamente algo é poder encher a boca pra falar daquilo, ter razão do que se fala, e não apenas elogiar ou criticar.
Quanto mais coisas se têm pra provar, fazer, acontecer,
mais superficiais ficam os conhecimentos específicos.
É muito bom saber de tudo, mas é bem melhor saber de tudo e ser um gênio em algo.
Por isso, a intensidade e a quantidade, caminham juntas às vezes.
São caminhos paralelos na verdade,
Mas se cruzam em diversas oportunidades.
Ter experiências diversas é muito bom com certeza.
E cruza-las com as que já possuímos só nós faz crescer e ver o mundo com olhos diferentes.
Os conhecimentos se moldam se acrescentam se refletem.
E é isso que torna o ser humano especial.
A capacidade que ele possui de mudar e moldar o universo em que vive.
De dividir experiências e histórias.
De acrescentar idéias e conhecimento nas pessoas com quem gosta de estar junto.
A graça da vida intensa
Está em descobrir a intensidade que se necessita para ser feliz,
E principalmente
Em repassá-la para aquelas que demoram a conhecer o verdadeiro sentido de tudo.
Enfim... A vida é agora, e não há um tempo certo para começar a viver intensamente e aproveitar as pequenas coisas e ser feliz com elas.
As pequenas coisinhas são as que marcam o caminho para se chegar as grandes.
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