23 de outubro de 2008

Vale mais o coração...


Eu vejo que aprendi
O quanto te ensinei
E nos teus braços que ele vai saber
Não há por que voltar
Não penso em te seguir
Não quero mais a tua insensatez
O que fazes sem pensar aprendeste do olhar
E das palavras que guardei pra ti

Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta um compromisso,
Vale mais o coração

Já que não me entendes, não me julgue
Não me tente
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim
Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava a teu lado então

Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua Deusa, meu amor

O que fazes por sonhar
É o mundo que virá, pra ti.. para mim...
Vamos descobrir o mundo juntos, baby
Quero aprender com o teu pequeno grande coração
Meu amor, meu amor...

21 de outubro de 2008

O Jornalismo retratado nas Telas


Corajoso, sem limites, sozinho, criativo. Um ser que trabalha contra o tempo e que muitas vezes nem tempo certo tem para trabalhar. Um guardião de segredos e fontes. Infiltrado, destemido, pessimista, descrente da humanidade, companheiro da noite, bêbado, fumante e íntimo daqueles que possuem o poder. Essa é a imagem que a sociedade faz do jornalista. O jornalista enfrenta constantemente, durante toda a sua profissão, a turbulência de um fechamento de edição. Uma “vida a mil por hora”, cheia de acontecimentos e novidades. Isso tudo somado a profissão, que por si só, já é pauta para diversas discussões e apontamentos, tanto na vida real como nas teles do cinema se torna o ingrediente perfeito para uma narrativa cinematográfica.
Assim como na profissão de jornalista, que diariamente precisa de boas historias para contar a vida real aos seus expectadores, os diretores e produtores de cinema necessitam de boas narrativas para obterem sucesso em suas obras. Um jornalista, sempre alvo de críticas e sugestões, sempre em contato com o publico e o povo, que se representa nele, não poderia deixar de ser um excelente personagem para uma trama cinematográfica.
O cinema é uma forma superior de arte tecnológica que concede a nós o poder de conhecer culturas, povos e linguagens. Ele constitui uma poderosa mídia, que pode ser chamada de uma outra forma de vida, que se espelha em nós, ao mesmo tempo em que nós nos espelhamos nela. Mas é importante refletir-mos sobre como a mídia está sento refletida no cinema, e de como a nossa profissão, jornalista, está sendo repassada.
Esteriótipos criados pelo cinema, mostram que cada vez mais o jornalista tem um papel importante na formação da sociedade e da opinião publica. Um exemplo disso é o filme “O Quarto Poder”, que expressa em sua narrativa o poder que o jornalista exercia sobre o homem que mantinha no museu algumas crianças como reféns. O jornalista dava conselhos para o mesmo, falando como ele deveria se portar e o que deveria dizer quando questionado por ele mesmo, em canal aberto. Percebeu-se, que naquele momento, o jornalista usou do seu poder de argumentação, e fazendo com o que o homem ali colocado como seqüestrador, trabalhasse em prol da sua matéria, fazendo dessa forma, um bem para a carreira do jornalista.
Nesse filme, a mídia é retratada pelo lado negro da profissão, pois querendo ou não o jornalista foi contra a ética da profissão, usando a história a favor de sua carreira. Mas não é em todos os filmes que essa face do jornalista é posta a prova.
No filme “Todos os Homens do Presidente”, é um exemplo de ilustração da idéia do jornalista como cidadão atuante e transformador da realidade. Pois, se colocaram não apenas a serviço do Jornal a que trabalhavam Washington Post, mas a toda sociedade e a favor da democracia norte-americana. Eles foram aclamados como heróis e o filme salientou o empenho e a dedicação dos jornalistas em obter as informações e levar a apuração até o fim.

“Constituindo uma forte declaração sobre o papel da imprensa numa sociedade democrática, fez despertar em todo o mundo inúmeras vocações jornalísticas e abriu caminho à voga da investigação nas redações, convencendo milhares de jornalistas de que podiam encontrar um caso Watergate em cada esquina”. (Joaquim Vieira, 2006)

Esse filme tornou-se referência entre os filmes sobre a imprensa não por algum mérito do seu diretor, mas sim pelo tema e pelo fato retratar uma história verídica, já que levou à renúncia o presidente dos Estados Unidos. Pois a obra retrata cada passo da cobertura do caso Watergate, pelos dois repórteres do jornal norte-americano. O filme enfatiza a rotina da redação, mostra as reuniões de pauta, as discussões entre os repórteres e os editores, e o relacionamento entre jornalista e fontes. Resumindo, tenta descrever o processo de produção e redação da notícia tal e qual ela funciona, deixando o tele-espectador a par do que acontece.
Sendo, o jornalismo uma das profissões mais apaixonantes, os esteriótipos de super-heróis, dados a esses personagens têm cada vez mais ênfase e subsídios para acontecerem, já que o herói é aquele que tem a capacidade de influenciar o rumo dos acontecimentos da história. E é exatamente esse envolvimento exagerado e a dedicação sem limites que tornou os repórteres do caso Watergate heróis.
O jornalista com seu dia-a-dia agitado, seu envolvimento com os mais diversos fatos e a sua possibilidade de interferência na realidade continuam fascinando o cinema e os que o consomem. O cinema continua precisando de heróis para suas histórias, e o publico precisa continuar acreditando que eles existam, e o jornalista ocupou com intensidade este papel. O jornalista já tem em suas mãos o poder de algumas situações, pois a comunidade já credita nele o que não vê os poderes públicos fazerem.
O jornalismo como quarto poder de influencia, pode não mudar por si só os problemas que existem no mundo, mas faz tornar publico o que está errado, e quando isso acontece às coisas se concertam com uma velocidade muito maior. A construção do herói está além de tudo isso, ligada à relação do jornalista com a profissão, pois para favorecer a sociedade e as pessoas que acreditam nele e no seu poder de influência, os jornalistas esquecem de si mesmos, de suas necessidades pessoais e dos seus problemas particulares sempre em função de uma causa maior.
É claro que o cinema cria esteriótipos para essa profissão, mas isso acontece em todas as outras também, o cinema necessita de narrativas, e não importa se elas são verídicas ou fictícias, o que realmente importa para eles é que seu produto seja vendável. Que gere lucros. Mas é preciso enfatizar que o jornalismo está em alta, e que essa profissão é alvo de muita procura e pouca oferta, sendo assim, só os bons tem vez, e sendo bons, já um motivo e tanto para uma boa trama. Pois um bom profissional é sempre um caso além do normal.

14 de outubro de 2008

É...


...a estradaa estrada é velha, poeirenta, gastaa estrada que aqui fica e se afastaa estrada que tem morte e tem tristezaem cada metro atraiçoa a naturezaa estrada que o é e nada maispor ser tudo e mesmo aisa coluna partiu às sete horas- era para partir às seismas há sempre estas demorasem cada carro os olhos esbraseiamem cada curva os medos incendeiamos homens olham, os homens sonham, os homens morremhá os que choram, os que gritam, os que corremfoi tudo tão súbito como o inesperadoum tiro que partiu, o zé ensanguentadoporra! jesus! Uma blasfémia e uma oraçãofilhos da puta! se os apanho! não! não!! não!!!socorrei-me senhor! ave maria!que mal fiz eu?! - entretanto o zé morriaa pensar na mãe, na maria e naquela noite de amor-ao seu lado, um incógnito manuel, que fora professoré um anjo louco a distribuir morteque se lixe! aqui, o que é preciso é sortee cospe para o lado e pensa na pazhá pouco caiu também o vaztem a cara desfeita e um braço foraque interessa, chegara a sua horao lopes chora de medo encostado a uma palmeirabateram duas balas mesmo ali, à sua beirae nem sequer se mexeu ( nunca se mexe e ainda não morreu ) cuidado! aí vem a morteirada( três segundos de incerteza... e não foi nada ) olhe furriel! está um naquela palmeiravá abaixo! tratem-lhe da pasmaceirae três espingardas mal-intencionadasvão deixar a pele negra, avermelhadaeste foi um recontro à hora do sol-pôr- à hora a que dantes fazíamos amora quatro mil quilómetros de distânciaa mais de uma centena de horas d’ânsia -no dia sem amanhã, sem até logo, eternidadedo dia sempre igual e sem idadeà hora do sol sentir a dor que é minhaa estrada lá está e lá caminhaque a morte tem mil cheirossob a fronde verdosa dos mangueiros...

23 de setembro de 2008

Pirataria Moderna x Valorizar o Artista




Baixar músicas na internet é muito comum hoje em dia. A maioria de nós usa desse recurso para manter-se atualizado musicalmente e para acompanhar os sucessos de suas bandas preferidas. Porém, a maioria desses donwloads é feito sem que haja um pagamento por item baixado.
Por outro lado, ainda existem pessoas que prefiram comprar CDs e DVDs Originais, por prezar o trabalho dos artistas, o encarte dos produtos, as fotos, a ficha técnica. A tendência é o CD se tornar cada vez mais, um item de colecionador. O público que compra o CD, está ficando cada vez mais seleto.
No Brasil, o comércio de produtos pirateados é crime sujeito às punições legais.
Dessa forma, se busca uma solução que respeite e permita acesso ao trabalho dos artistas. Um dos meios que favorece essa disponibilidade de material hoje, é o uso de softwares, que permitem a seus usuários compartihar arquivos por meio da Internet.
Muitos esperam que os músicos abandonem a concepção de disco gravado para oferecer seu material de formas alternativas (como downloads na internet). Podendo-se fixar preços por canção ou grupo de canções, com preços mais acessiveis.
A pirataria moderna se refere à cópia, venda ou distribuição de material sem o pagamento dos direitos autorais, de marca e ainda de propriedade intelectual e de indústria.
Se por um lado a pirataria fornece a oportunidade de qualquer cidadão, de qualquer classe social comprar um CD, DVD ou baixar músicas na internet de forma gratuita, por outro prejudica os artistas, a arrecadação de impostos e a economia formal.
Não há uma fórmula de Certo ou Errado, mas sim uma consciência das pessoas que adquirem estes produtos. A discussão procura encontrar maneiras para acabar com o comércio ilegal de musica.

Você Faz Parte!



Semanas atrás estava olhando o canal Discovery Channel e fui surpreendida com uma música fantástica que faz parte da campanha de conscientização ecológica Descubra o Verde.

Visite o Site: http://www.descubraoverde.com/
Baixe a Música: www.discoverybrasil.com/descubraoverde/goodies/musica.zip


Abaixo segue a letra da música:

Você Faz Parte
Não me dava conta que não saia o Sol.
Já era tarde, o céu sempre me avisou.
Por não abrir os olhos, se foi indo a cor
Eu fui te perdendo, me perdendo agora estou.
Já sei que te fiz mal mas...
Agora eu vou mudar!
Eu já decidi...
Eu vou descobrir...
o verde deste inverno.
Não quero mais gris!
Eu já decidi...
eu vou descobrir...
É hora de cuidar e te abraçar.
Pois você faz parte... parte de mim.
Quero dar-te tanto e tanto tenho que aprender
Ter o Sol contigo, também pode chover.
Já sei que te fiz mal mas...
Agora eu vou mudar!!
Eu já decidi...
Eu vou descobrir o verde deste inverno.
Não quero mais gris!
Eu já decidi...
eu vou descobrir...
É hora de cuidar e te abraçar
Pois você faz parte...
Eu já decidi...
Eu vou descobrir... o verde deste inverno.
Não quero mais gris!
Eu já decidi... eu vou descobrir...
É hora de cuidar e te abraçar.
Pois você faz parte...
Pois você faz parte...
Parte de mim.

21 de setembro de 2008

A formação da opinião na sociedade de massa


O conceito de opinião e o processo para a formação de opinião nos levam a uma breve discussão. Também o que será discutido é o comportamento da discordância, um procedimento no qual, duas opiniões se diferem, gerando um debate de argumentos. Quando referimos as discussões de argumentos, nos baseamos em específico, nos diferentes modos de pensar de cada pessoa.
Vimos no capitulo III, que a formação das opiniões é responsável pelo crescimento pessoal e social de um indivíduo. E essa forma de construir uma opinião acontece quando as informações são interpretadas, argumentadas e debatidas, com o intuito de mostrar as pessoas os principais pontos positivos e negativos de uma tomada de posição referente a um assunto qualquer.
Em determinados grupos sociais, é onde se formam as opiniões das massas. Pois é a concentração das opiniões de pessoas que concordam entre si sobre determinada temática. Depois de discutidas as idéias tudo pode virar um debate público, onde prós e contras, sobre determinado modo de pensar vão ser questionados. São os famosos debates.
O debate possui um papel fundamental na formação das opiniões. É através dele que a defesa da opinião é feita até a exaustão dos argumentos. No debate cada um dos debatentes defende a sua opinião sobre o assunto em questão. As opiniões sempre serão divergentes, porque dessa forma, poderá se estabelecer um confronto direto de argumentos, os quais irão despertar no ouvinte a sua posição para um dos lados.
A discussão argumentativa faz parte do debate. É através dos argumentos que os debatentes vão conseguir convencer o público e fazê-los acreditar que o que eles dizem é a essencial verdade, e o fazendo desconsiderar a opinião contrária. Quem melhor se sair nos argumentos e na disputa entre eles, sairá como vencedor de um debate.
Os argumentos são testados, quando confrontados aos contra-argumentos. Para que uma opinião obtenha uma supremacia, os argumentos precisam ser precisos e verídicos, não podendo levantar suspeitas ou dar chance para a quebra do mesmo. Isso dá credibilidade ao discurso, pois quanto mais forte for um argumento, mais difícil de derrubá-lo será. Gerando então a polêmica no debate, que é a argumentação, que visa apenas à vitória e onde conflitam diferentes tipos de opiniões.
Dascal (1999) cita que a polêmica é dividida em três partes: a Discussão – pretende determinar a verdade dos fatos e serve-se da prova para provar tal fato; a Disputa – é a busca dos oponentes pela vitória. E ocorre com a intervenção de um mediador, em alguns casos. Mas isso não modifica as opiniões deles acerca de quem está com a razão; e a Controvérsia – tem como meta o convencimento do auditório, e utilizam de argumentos para esse fim.
A formação de opinião depende muito do contexto em que estamos inseridos e das organizações sociais que fazemos parte. As informações que nos chegam não podem ser consideradas como opinião. A opinião é o lado que tomamos a partir das informações. Os conceitos que criamos em cima das mesmas, e a participação e defesa que fazemos daquilo que acreditamos. A nossa opinião é baseada na nossa visão de mundo.
A opinião é a substância da retórica, essa que por sua vez é a arte de discursar. Sendo assim, pessoas que possuem uma boa retórica e que conseguem expressar suas opiniões de forma convincente conseguem atingir e convencer com mais ênfase uma classe ou grupo de pessoas. Pois, se torna mais convincente o seu discurso. Uma boa retórica utiliza-se da pragmática, que através de suas entrelinhas, consegue expor implicitamente as idéias do discurso. O uso da persuasão está no centro da ciência do convencimento, e a retórica usa muito desse método.
Historicamente falando, o debate sempre existiu na sociedade. Ele é responsável pela grande parcela da cultura, e ocupa um papel decisivo na formação da sociedade. Mesmo sendo constituído e assistido apenas pelas elites, no inicio, o debate atual foi muito influenciado pelas formas passadas de debater.
A discussão sobre uma opinião ou um posicionamento pode ser feita de diversas formas e em diversos meios, não somente pela oralidade. Ela está presente, na linguagem escrita dos jornais, revistas, artigos, entre outros.
A habilidade de discursar é considerada por alguns estudiosos, como um pré-requisito para a sabedoria. Através do discurso é possível unir as suas idéias as idéias contrárias, e a partir de então, estudá-las. Juntando as criticas ao discurso, e construindo argumentos ainda mais fortes. Quem usa desse método, tem um aumento relevante do conhecimento, entendendo melhor assim a causa que defende e a sua própria opinião.
O fato das pessoas quase sempre discordarem sobre assuntos distintos, não faz com que elas sempre concordem que possuem opiniões diferentes e assim deixarem estar. Para resolver essa diferença de opinião, elas trabalham na construção de um acordo, o que passa a ser chamado de discussão argumentativa. Eles se utilizam de argumentos para se chegar a um entendimento razoável.
Esses acordos são acertados, para que os debates não tenham de fato um vencedor e um perdedor, mas sim uma análise de discurso. Uma negociação é um método auxiliar, que cessa as discussões conjuntas como forma de apaziguar situações. Ou seja, tomar uma decisão conjunta num leque de alternativas individuais.
Os processos de acordo são utilizados para que haja uma possibilidade de uma negociação satisfatória para ambas as partes. Com uma complementação de interesses, e uma ajuda mútua que gere ganhos para ambos os lados.

O conhecimento de narrar é narrar o conhecimento



A busca pelo conhecimento é algo muito presente em nosso dia a dia. Estamos aprendendo a todo instante, em todos os lugares, com todas as pessoas. O batalhão de informações que recebemos e a forma como organizamos elas em nosso cérebro é a forma pela qual garantimos o nosso conhecimento.
O conhecimento que obtemos durante nossa vida vem do que estudamos, do que aprendemos e do que as pessoas nos contam. E é esse ato de contar às coisas que chamamos de narrativa. Narrar é contar histórias, fatos, contos, lendas. E desde pequenos as narrativas fazem parte de nossas vidas. Quando crianças, as histórias de princesas, os contos de fadas, as lendas, tudo isso faziam parte do conjunto de narrativas.
Com o passar do tempo, fomos aprendendo com nossos pais e avós, como era o passado, como as pessoas se portavam na sociedade e como a vida era difícil sem as facilidades e o conforto do mundo de hoje. Tudo isso envolve é narrativa. Pois conhecer o passado, é aprender a projetar um futuro, e isso é conhecimento.
O conhecimento e a narrativa formam um ciclo, um depende do outro. Pois, para ficarmos informados dos fatos que acontecem do mundo precisamos ler notícias, e as notícias também são narrativas. Assistir um filme, ver a novela, um seriado, um programa de reportagens, por traz de tudo isso a narrativa está presente, e o ato de narrar é expor o que aconteceu ou acontece.
Sabemos que no mundo atual, a soma dos conhecimentos conta muito para conseguirmos um bom emprego, sermos bons alunos, termos um bom desempenho na faculdade. O conhecimento abre portas infinitas no mundo, e quanto mais o possuímos, mais o queremos adquirir. É essencial, hoje em dia, sabermos um pouco de tudo, para que possamos agir de forma correta e com aquilo que é certo. Enfim, não basta ter o conhecimento sobre o que é a narrativa, se não soubermos narrar o nosso conhecimento e passar adiante tudo aquilo que um dia recebemos das outras pessoas.