eu estou realmente apaixonada por Montevidéu.
a cidade é linda,
o povo é educado (e lindo também)
as coisas são baratas,
e tu sai de lá com a vontade de retornar diversas vezes.
algo mágico acontece na capital uruguaya,
tudo lá parece ter magia.
desde os panchos à patricia,
das hamburguesas às pilsens.
sem contar no mar que não é mar,
mas que tem água salgada.
na humidade que não encomoda,
do barulho que não te irrita.
Montevideo é demais,
e pra chegar lá...
SIGA RETO TODA A VIDA!
19 de outubro de 2009
24 de setembro de 2009
----- La Vitta è Adesso -----
O que seria viver intensamente?
Será que seria provar todas as coisas do mundo?
Ou apenas aproveitar com intensidade as pequenas coisas.
As simples singelas e normais.
As que acontecem no nosso dia-a-dia, e que passam despercebidas por nossos olhos?
Saber dar valor as coisas simples da vida não é viver intensamente?
Intensamente não seria a definição para algo forte e real?
A intensidade é muito mais importante do que a quantidade de coisas que já vivemos. Não é mesmo?
Que graça há em dizer que já se provou milhares de mulheres no mundo, mas não poder dizer: mas uma eu conheci, e intensamente.
Conhecer intensamente algo é poder encher a boca pra falar daquilo, ter razão do que se fala, e não apenas elogiar ou criticar.
Quanto mais coisas se têm pra provar, fazer, acontecer,
mais superficiais ficam os conhecimentos específicos.
É muito bom saber de tudo, mas é bem melhor saber de tudo e ser um gênio em algo.
Por isso, a intensidade e a quantidade, caminham juntas às vezes.
São caminhos paralelos na verdade,
Mas se cruzam em diversas oportunidades.
Ter experiências diversas é muito bom com certeza.
E cruza-las com as que já possuímos só nós faz crescer e ver o mundo com olhos diferentes.
Os conhecimentos se moldam se acrescentam se refletem.
E é isso que torna o ser humano especial.
A capacidade que ele possui de mudar e moldar o universo em que vive.
De dividir experiências e histórias.
De acrescentar idéias e conhecimento nas pessoas com quem gosta de estar junto.
A graça da vida intensa
Está em descobrir a intensidade que se necessita para ser feliz,
E principalmente
Em repassá-la para aquelas que demoram a conhecer o verdadeiro sentido de tudo.
Enfim... A vida é agora, e não há um tempo certo para começar a viver intensamente e aproveitar as pequenas coisas e ser feliz com elas.
As pequenas coisinhas são as que marcam o caminho para se chegar as grandes.
Será que seria provar todas as coisas do mundo?
Ou apenas aproveitar com intensidade as pequenas coisas.
As simples singelas e normais.
As que acontecem no nosso dia-a-dia, e que passam despercebidas por nossos olhos?
Saber dar valor as coisas simples da vida não é viver intensamente?
Intensamente não seria a definição para algo forte e real?
A intensidade é muito mais importante do que a quantidade de coisas que já vivemos. Não é mesmo?
Que graça há em dizer que já se provou milhares de mulheres no mundo, mas não poder dizer: mas uma eu conheci, e intensamente.
Conhecer intensamente algo é poder encher a boca pra falar daquilo, ter razão do que se fala, e não apenas elogiar ou criticar.
Quanto mais coisas se têm pra provar, fazer, acontecer,
mais superficiais ficam os conhecimentos específicos.
É muito bom saber de tudo, mas é bem melhor saber de tudo e ser um gênio em algo.
Por isso, a intensidade e a quantidade, caminham juntas às vezes.
São caminhos paralelos na verdade,
Mas se cruzam em diversas oportunidades.
Ter experiências diversas é muito bom com certeza.
E cruza-las com as que já possuímos só nós faz crescer e ver o mundo com olhos diferentes.
Os conhecimentos se moldam se acrescentam se refletem.
E é isso que torna o ser humano especial.
A capacidade que ele possui de mudar e moldar o universo em que vive.
De dividir experiências e histórias.
De acrescentar idéias e conhecimento nas pessoas com quem gosta de estar junto.
A graça da vida intensa
Está em descobrir a intensidade que se necessita para ser feliz,
E principalmente
Em repassá-la para aquelas que demoram a conhecer o verdadeiro sentido de tudo.
Enfim... A vida é agora, e não há um tempo certo para começar a viver intensamente e aproveitar as pequenas coisas e ser feliz com elas.
As pequenas coisinhas são as que marcam o caminho para se chegar as grandes.
13 de setembro de 2009
.
"São as dúvidas que nos fazem crescer, porque nos obrigam a olhar sem medo para as muitas respostas de uma mesma pergunta."
9 de setembro de 2009
É incrível como a gente viaja nas aulas.
Entre teorias e métodos, comunicação e mídia,
a gente sempre acaba pensando em coisas que não estão na pauta.
Como numa briga, num dia ruim,
no que falta acontecer. Na chuva que não para de cair.
No barro do Cesnors, no transporte do Balbi.
Até no chimarrão. Nos contatos. Na entrevista que falta fazer.
Dai a gente chega em casa, senta em frente ao computador e
esquece de pensar.
Começa a revirar a internet pra achar coisas que na verdade nem te interessam.
Vídeos bestas. Fotos bizarras.
Acabamos rindo, no final de tudo!
E esse será mais um daqueles semestres que se,
você consegue passar em tudo, já ta praticamente formado.
Artigos, Projetos de Pesquisa, TCC, Vídeo Documentário, e blá blá blá.
Concurso disso, congresso daquilo.
Programa de rádio, de TV.
Matéria pra internet, revista e jornal!
Créééédo.
Agora parando pra pensar é taaaaaaaaanta coisa.
Que quando a gente termina e entrega, nem acredita como conseguiu.
Enfim... isso tudo demonstra que temos muito mais preocupações,
responsabilidades e afazeres do que imaginamos.
Se enumerarmos tudo, vamos ver que nem sobra tempo pra bater um papo no msn!
E perdemos tanto tempo sem nos valorizar.
Sem pensar primeiramente na gente.
Eu to decepcionada, e ao mesmo tempo ocupadíssima para estar assim.
Preciso de prioridades.
E preciso ser prioridade também!
Entre teorias e métodos, comunicação e mídia,
a gente sempre acaba pensando em coisas que não estão na pauta.
Como numa briga, num dia ruim,
no que falta acontecer. Na chuva que não para de cair.
No barro do Cesnors, no transporte do Balbi.
Até no chimarrão. Nos contatos. Na entrevista que falta fazer.
Dai a gente chega em casa, senta em frente ao computador e
esquece de pensar.
Começa a revirar a internet pra achar coisas que na verdade nem te interessam.
Vídeos bestas. Fotos bizarras.
Acabamos rindo, no final de tudo!
E esse será mais um daqueles semestres que se,
você consegue passar em tudo, já ta praticamente formado.
Artigos, Projetos de Pesquisa, TCC, Vídeo Documentário, e blá blá blá.
Concurso disso, congresso daquilo.
Programa de rádio, de TV.
Matéria pra internet, revista e jornal!
Créééédo.
Agora parando pra pensar é taaaaaaaaanta coisa.
Que quando a gente termina e entrega, nem acredita como conseguiu.
Enfim... isso tudo demonstra que temos muito mais preocupações,
responsabilidades e afazeres do que imaginamos.
Se enumerarmos tudo, vamos ver que nem sobra tempo pra bater um papo no msn!
E perdemos tanto tempo sem nos valorizar.
Sem pensar primeiramente na gente.
Eu to decepcionada, e ao mesmo tempo ocupadíssima para estar assim.
Preciso de prioridades.
E preciso ser prioridade também!
2 de setembro de 2009
6 de agosto de 2009
Para refletir um pouco sobre o mundo e sobre nós...
A ânsia
Tão simples seria, se tivéssemos a mesma interpretação das palavras, e não somente delas, mas também dos gestos.
Se hoje habitam, aproximadamente, sete bilhões de pessoas na Terra, quantos mais por aqui passaram e deixaram seu tempo um pouco diferente do agora!
O fato é que a complexidade, a perfeição do homem é tamanha que faz dela própria (a perfeição) sua maior imperfeição, sem que ele mesmo se dê conta disso.
Que coisa louca!
Não existe nada mais completo e possível do que a natureza humana com todas as suas riquezas possíveis e imagináveis e, é claro, o contrário dessas, as quais só o tempo haverá de mostrar o quanto ali já habitavam.
Cada comparativo que seja feito, de um para com o outro, pode mostrar inúmeras verdades que ali se estabelecem. Mas, ao mesmo tempo, faz destas mesmas verdades, uma possível mentira, criada a partir do que ele tenha somente como vontade e não por fato.
A distância que move a verdade (até que essa se torne fato) faz, através do tempo, uma possibilidade de variações na interpretação de uma mesma coisa.
Se esse tempo fosse único para todos, é bem provável que estaríamos à mercê do acaso que o próprio acaso seria capaz de fazer. Mesmo assim, poderia não ser o acaso o acaso dele mesmo, mas sim, o feito da verdade de todos.
Como existem infinitos tempos para infinitas existências pessoais, ficamos tentando determinar o momento em que faremos da “nossa verdade” o “fato” para o maior número possível de pessoas, transformando, dessa forma, o tempo de cada uma num único que cubra nosso pensamento e existência, com a mesma interpretação desejada no sim da verdade.
Enquanto nada disso acontece, ou, pelo menos, boa parte não aparece, vamos somando instantes, momentos, tempos em tempos de ânsias, supostamente chamados de “felicidade”. Cada vez que a ânsia aparece, parece que o tempo acelera e passa lento tal qual a felicidade que nunca chega.
De todas as vezes que a felicidade não chega, na maior parte delas, quem fecha a porta (e nem sequer uma fresta deixa) é ela que ali está, a ânsia, com seu tempo (que se diz ser infinito, mas finito é) e seu jeito egoisticamente pretensiosa de mostrar ao mundo o que não deveria, mas que o faz sem saber.
No tempo da ânsia, não existe felicidade. Quando existe felicidade, a ânsia simplesmente dá lugar à vida. Isso, se todos tivéssemos a mesma interpretação das palavras, bem como dos gestos.
Tão simples seria, se tivéssemos a mesma interpretação das palavras, e não somente delas, mas também dos gestos.
Se hoje habitam, aproximadamente, sete bilhões de pessoas na Terra, quantos mais por aqui passaram e deixaram seu tempo um pouco diferente do agora!
O fato é que a complexidade, a perfeição do homem é tamanha que faz dela própria (a perfeição) sua maior imperfeição, sem que ele mesmo se dê conta disso.
Que coisa louca!
Não existe nada mais completo e possível do que a natureza humana com todas as suas riquezas possíveis e imagináveis e, é claro, o contrário dessas, as quais só o tempo haverá de mostrar o quanto ali já habitavam.
Cada comparativo que seja feito, de um para com o outro, pode mostrar inúmeras verdades que ali se estabelecem. Mas, ao mesmo tempo, faz destas mesmas verdades, uma possível mentira, criada a partir do que ele tenha somente como vontade e não por fato.
A distância que move a verdade (até que essa se torne fato) faz, através do tempo, uma possibilidade de variações na interpretação de uma mesma coisa.
Se esse tempo fosse único para todos, é bem provável que estaríamos à mercê do acaso que o próprio acaso seria capaz de fazer. Mesmo assim, poderia não ser o acaso o acaso dele mesmo, mas sim, o feito da verdade de todos.
Como existem infinitos tempos para infinitas existências pessoais, ficamos tentando determinar o momento em que faremos da “nossa verdade” o “fato” para o maior número possível de pessoas, transformando, dessa forma, o tempo de cada uma num único que cubra nosso pensamento e existência, com a mesma interpretação desejada no sim da verdade.
Enquanto nada disso acontece, ou, pelo menos, boa parte não aparece, vamos somando instantes, momentos, tempos em tempos de ânsias, supostamente chamados de “felicidade”. Cada vez que a ânsia aparece, parece que o tempo acelera e passa lento tal qual a felicidade que nunca chega.
De todas as vezes que a felicidade não chega, na maior parte delas, quem fecha a porta (e nem sequer uma fresta deixa) é ela que ali está, a ânsia, com seu tempo (que se diz ser infinito, mas finito é) e seu jeito egoisticamente pretensiosa de mostrar ao mundo o que não deveria, mas que o faz sem saber.
No tempo da ânsia, não existe felicidade. Quando existe felicidade, a ânsia simplesmente dá lugar à vida. Isso, se todos tivéssemos a mesma interpretação das palavras, bem como dos gestos.
Por Éverton Cunha, o Mr. Pi
Pijama Místico – Pijama Show - 01/04/2009
24 de janeiro de 2009
estar em férias...
Como é bom estra de férias. Poder dormir a hora que se quer, e acordar a horaque bem entender. Alg que se espera durante todo um ano. Sendo ele corrido ou não. Atarefado ou não. É o que se espera. E nada mais natural.
Estar em férias é poder viajar sem data pra voltar, sair sem hora pra chegar em casa, ler sem o compromisso de ter que terminar a obra.
É sentar na sacada de casa pra pensar na vida. E não no que ainda não foi feito. No trabalho da faculdade que não foi terminado e quevocê não da jeito de conseguir a sitação da qual queria.
Estar em férias é por os óculos somente para assistir TV. Nada de aulas. De fila de RU.
Mas como tudo, tem uma hora que cansa.
Cansa-se de não ter o que se fazer.
Cansa-se da falta de rotina, da falta dos amigos que ficaram longe. Da falta de uma companhia agradavel no seu apartamento. De fazer uma janta a dois.
Parece que tudo o que antes lhe causa um stress tremendo, agora lhe desperta saudade.
Mas o que não muda nas férias, é a nossa vida e o rumo que ela vai tomar. A cada novas férias, se ve que temos menos tempo pra conseguir aquilo que desejamos. No meu caso. Um semestre a menos de faculdade para se descobrir o que se quer ser. Mesmo dentro de uma profissão já definida.
Sinto saudade da minha vidinha dentro do meu "quarto-sala-cozinha".
Assinar:
Postagens (Atom)